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Dylan Dog, O Velho que Lê e Até que a Morte Vos Separe - G.Floy


Dylan Dog é uma personagem da editora italiana de BD, a Bonneli, criado em 1986 pelo escritor Tiziano Sclavi. É um dos grandes fenómenos da 9.ª Arte, principalmente na sua terra natal, mas não só. É amado pelos mais diferentes cantos da sociedade, e até intelectuais da craveira de Umberto Eco defendem-no de forma acirrada. Não é isso que faz a série ser melhor ou pior, mas é uma boa forma de começar um post sobre qualquer obra de BD - apelando ao desejo de aceitação por parte dos fãs da Arte Suprema (estão a ver como também o faço?). 

Rapidinhas de BD - KM/H e Legado de Júpiter 2 de Mark Millar, Duncan Fegredo e Frank Quitely - G Floy


A editora portuguesa G Floy, desde que adquiriu os direitos para publicação do catálogo de BD Millarworld, o selo do escritor escocês Mark Millar, tem lançado, de forma regular, trabalhos do autor. Escolha atempada, já que esse mesmo selo foi adquirido pela gigante Netflix, para que, em simbiose, ambos produzam conteúdos e conceitos que possam existir, simultaneamente, em papel e em ecrã de TV. KM/H e o segundo volume de Legado de Júpiter são dois bons exemplos dessa troca.

The Fade Out de Ed Brubaker e Sean Philips - G Floy

(repescamos esta nossa opinião de 2016, com muitas modificações)

Diz-se que somos a mistura do que pensamos de nós, do que os outros pensam de nós e do que nós pensamos que os outros pensam de nós. Eu prefiro antes dizer que a verdade sobre quem somos está escondida em histórias:  das que contamos sobre nós mesmos; das que os outros contam de nós; e das que construímos para ir de encontro às que contam sobre nós. 

Os Malditos vol. 1: Antes do Dilúvio e Moonshine vol. 1: Sangue e Whiskey (G Floy)



A editora Image tem conseguido uma revolução silenciosa ao longo dos últimos anos. Captou alguns dos maiores nomes da BD das Terras do Tio Sam e produzido obras incontornáveis. Não só isso, mas dentro das suas fileiras consta um dos maiores cultos da cultura pop dos últimos anos: The Walking Dead. Graças à reputação criada, nomes geralmente associados à Marvel ou à DC têm gravitado para a Image.  É o caso de Jason Aaron e R. M. Guéra com Os Malditos vol. 1: Antes do Dilúvio e Brian Azzarello e Eduardo Risso em Moonshine vol. 1: Sangue e Whiskey, ambos publicados pela editora portuguesa G FloyEstas duplas são conhecidas de outros vôos, nomeadamente da publicação, pelo selo da emblemática e lendária Vertigo, de Scalped e 100 Bullets, respectivamente. 

Rapidinhas de BD - Dragomante: Fogo do Dragão e Jardim dos Espectros


A BD de autoria portuguesa está a atravessar um bom momento. Ou melhor, está nos primeiros quilómetros de um ressurgimento, apostando em temas e abordagens mais variadas.

Imperatriz vol. 1 de Mark Millar e Stuart Immonen (GFloy)

(a partir de 28 de Fevereiro nas bancas) 

A editora portuguesa GFloy adquiriu recentemente os direitos de publicação da Millarworld. Esta é a marca do escritor Mark Millar, escocês responsável por alguns blockbusters dos comics das duas últimas décadas, quer através da Marvel, quer da DC, quer desta incursão independente. Mas desenganem-se se acham que Millar entrou no mundo da publicação para perder. Muitas das suas BDs têm sido êxitos da 9.ª Arte mas também da 7.ª, com adaptações cinematográficas de sucesso garantido: Kick-Ass e Kingsmen. Consumado vendedor e encantador de serpentes, Millar tem conseguido convencer alguns dos maiores talentos artísticos dos comics para entrar em co-autoria de obras publicadas através da Millarworld. Estas são produções conjuntas, de esforço e recompensa partilhada. Para este Imperatriz escolheu Stuart Immonen, cinético desenhista que já trabalhou no Homem-Aranha, nos X-Men e no Super-Homem. Immonen possui uma composição e desenhos cativantes e atractivos, capazes de prender a atenção da mente mais distraída.

A história passa-se no passado distante do nosso planeta, há 65 milhões de anos, quando os nossos antecessores governavam as paisagens do planeta que viria a ser a nossa casa.  Envolve a fuga de uma rainha das mãos psicopatas de um governante ditatorial, o seu marido. Uma fuga que a levará, aos seus filhos e amigos aos quatro cantos do universo em busca de refúgio em civilizações alienígenas coloridas e multifacetadas.

Imperatriz é a definição de blockbuster. A velocidade é vertiginosa. Millar e Immonen não deixam o leitor respirar, obrigando ao frenético voltar de página, ao desespero de saber o que virá a seguir. O artista tem espaço para brilhar, ao inventar inúmeras paisagens extraterrestres, seres alienígenas, acção incontida. O escritor é parcimonioso nas palavras, estilo pelo qual é conhecido, o que contribui para a velocidade da leitura mas também da obra em si. Millar é um verdadeiro parceiro do desenhador, permitindo-o brilhar com a sua estética e design, sem limites e com o mínimo de intromissão. Digamos que é o anti-Alan Moore. As suas histórias são big concepts de diversão desregrada e (quase) acerebral. Diversão e entretenimento puros que prendem e relaxam. 

Acabamos Imperatriz com a sensação de ter visto um filme de alto orçamento. Entretidos desde a primeira à última página. E temos de agradecer à GFloy o prazer que nos dá ao imprimir as suas obras em formato maior que comic. Uns vêem televisão. Com estas edições vamos ao Cinema.

A LEOA: Um Retrato Gráfico de Karen Blixen da G.Floy

Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg - os autores de O Astrágalo - apresentam um retrato audacioso e imaginativo de Karen Blixen, a autora de “África Minha” e “A Festa de Babete”, uma das mulheres mais livres e originais da primeira metade do século 20, e que deixou uma marca indelével e complexa na cultura do seu país, a Dinamarca.

A vida (ou as vidas) da Baronesa Karen Blixen desfila à nossa frente neste álbum. Desde uma infância com um pai adorado mas muito ausente, um aventureiro nunca satisfeito, e com uma mãe encerrada na mentalidade conservadora da Dinamarca do final do século XIX, até uma aventura desesperada para escapar a um destino que lhe tinha sido traçado, burguês e aborrecido: aceita casar com o Barão Bror Blixen, e tomar as rédeas de uma plantação de café no Quénia... onde descobrirá uma paixão louca, o seu grande amor africano... até ao seu regresso à Dinamarca e à sua coroação como autora literária famosa.

O livro terá lançamento no Festival de BD de Beja, dia 27 de maio, pelas 16h15 no auditório do Teatro Municipal Pax Julia (Largo de São João, no centro de Beja), com a presença dos autores e com uma sessão de autógrafos.


Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg trabalham juntos há alguns anos, em adaptações à banda desenhada de livros vários, e em projectos próprios. Anne-Caroline Pandolfo é ilustradora e argumentista; um encontro fortuito com produtores de filmes leva-a a realizar duas curtas-metragens animadas para crianças, e isso vai encorajá-la a continuar esse trabalho criativo na banda desenhada. Terkel Risbjerg é um artista dinamarquês que estudou cinema e filosofia em Copenhaga, e acabou por se fixar em França, onde trabalhou alguns anos em animação, tendo trabalhado nomeadamente em Le Chat du Rabin e na série Yakari. Juntos, assinaram já cinco romances gráficos: O Astrágalo (já editado pela G.Floy), bem como Mine: Une Vie de Chat, Le Roi des Scarabées, e mais recentemente Perceval, adaptação do Romance de Perceval, publicado nas Éditions Le Lombard - e este A Leoa. Para o seu próximo projecto, adaptarão para BD o célebre romance Serena, de Ron Rash.

Redescoberta pelo grande público pela ocasião da estreia do filme Out of Africa (1985), a autora dinamarquesa não se pode reduzir a um único romance. E é isso que demonstram Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg com A Leoa. Morta aos setenta e sete anos, Karen Blixen no fim apenas viveu dezassete anos na sua fazenda de Mbogani! (...) Um álbum que não é bem uma autobiografia no sentido estrito, mas sim um álbum que retoma os princípios do conto, em que a singularidade do destino da heroína é entendida através do olhar das fadas totémicas que se aproximaram do seu berço e zelaram para que ela se tornasse quem acabou por ser.
Chroniques BD Gest

Para uma interessante entrevista dos autores ao célebre programa de TV Francês La Grande Librairie! apresentado por François Busnel, sigam este link para o Youtube:

A LEOA: Um Retrato Gráfico de Karen Blixen
Anne-Caroline Pandolfo (argumento) e Terkel Risbjerg (desenho)
Formato álbum, 20,5 x 28, capa dura, 192 pgs. a cores. 
PVP: 17,99€
ISBN: 978-84-16510-35-1



Lançamento de CIDADES The Lisbon Studio Series vol. 1 - G.Floy

Com lançamento marcado para o Festival Internacional de BD de Beja, já no próximo Sábado, CIDADES é o primeiro volume de uma colecção de antologias de histórias curtas pelos membros do The Lisbon Studio: sete histórias, oito autores e dois prefácios marcam o início desta série, num volume da melhor banda desenhada que se faz no nosso país!

Dia 27 de Maio pelas 16h30, no Teatro Municipal Pax Julia, no centro de Beja, estarão presentes vários dos autores para a apresentação e lançamento e haverá uma sessão de autógrafos a seguir.

“...Todas estas cidades, reais e imaginárias, são tão verdadeiras como as feitas de metal e betão. Existem no espaço entre os autores e os leitores, são histórias que vivem nesses entretantos...” 
- do prefácio de Filipe Homem Fonseca

O The Lisbon Studio é um colectivo de ilustradores, designers e autores de BD, que conta com mais de uma década de existência, e que partilham um espaço com vista para o Tejo, em Santa Apolónia. Originalmente fundado por um pequeno grupo que incluía Jorge Coelho, Rui Gamito, Frederico Penteado e outros, foi-se expandido ao longo dos anos para juntar os maiores nomes da banda desenhada naquela que é, de facto, a casa da BD em Portugal. Autores que trabalham para a Marvel, autores que representam alguns dos maiores best-sellers da BD portuguesa, autores que representam estilos e modos de criação muito variados, incluindo autores que trabalham em design, ilustração, web-design, e mais. No The Lisbon Studio - apesar da constituição dos membros do TLS se ter alterado ao longo dos anos - não só se sente a herança dos seus fundadores, como a marca deixada por todos os que por aqui passaram.

A TLS Series é uma antologia criada pelos membros presentes do The Lisbon Studio, marcando o regresso deste colectivo ao mundo da edição, depois da publicação de um total de 11 números online - Mag e WebMag, entre 2013 e 2016 - desta vez em parceria com a ComicHeart e a G.Floy Studio.


CIDADES: The Lisbon Studio Series, vol. 1
Histórias de Joana Afonso, João Tércio , Dileydi Florez, Gonçalo Duarte, Filipe Andrade, Marta Teives e Pedro Vieira de Moura, e Ricardo Cabral
Capa de Filipe Andrade
Inclui prefácios de Jorge Coelho, fundador do The Lisbon Studio, e de Filipe Homem Fonseca
Uma co-edição G.Floy e ComicHeart

Formato 17 x 24, capa dura, 120 pgs. (16 a cores, 104 a p/b). 
PVP: 11,99€
ISBN: 978-84-16510-31-3





Lançamento GFloy - Cage de Brian Azzarello e Richard Corben

O herói da Marvel que deu origem à série da NETFLIX!

Quando Luke Cage aceita investigar o assassinato de uma jovem adolescente, descobre que está a decorrer uma guerra entre três gangues diferentes pelo controlo do bairro a que chama lar. E que melhor maneira de quebrar um impasse do que oferecer os seus serviços a quem lhe pagar mais?

Brian Azzarello é um dos mais aclamados escritores de comics da actualidade, criador de uma das mais premiadas e conhecidas séries independentes, 100 Bullets, e autor de várias sagas de super-heróis para a Marvel e a DC, onde adopta sempre um ponto de vista mais humano para analisar um mundo com super-poderes. Alguns dos títulos que ele assinou mais conhecidos incluem Joker, Lex Luthor ou Batman: Cidade Destroçada. Para a Marvel escreveu um notável Hulk em que colaborou pela primeira vez com Richard Corben, um artista com um talento ímpar e um estilo original, pelo qual foi eleito para o Will Eisner Hall of Fame. E nas páginas deste Cage volta a juntar forças com Corben para um conto negro e realista, que nos transporta para o submundo do universo Marvel. Muitas vezes violento, e sempre fascinante, Cage é uma história de acção urbana no seu melhor.

O Hip-hop, os filmes de  blaxploitation e os comics são primos. A música, a banda desenhada e a rua cruzam-se nos cartoons das capas de discos pós-fase Igreja do Processo do Julgamento Final dos Funkadelic. Bootsy Collins cita os estúdios Hanna-Barbera como uma das suas principais influências. Quando descreve os primeiros tempos do Rap, no livro That’s Blaxploitation: Roots of the Baadasssss'Tude, o sempre saboroso Fab Five Freddy mostra-nos que o MC muitas vezes se comparava a “todo o género de personagens de banda desenhada e super-heróis”. Como disse, o hip-hop, os filmes de  blaxploitation e os comics estão todos na família. E agora, temos de volta um Cage de barrete, para manter o funk vivo. CAGE traz uma voz urbana autêntica - a voz do herói de blaxploitation, a voz do hip-hop, a voz da classe negra pobre - para a banda desenhada. E, apesar de afirmar que é um mercenário - tal como em todos os bons filmes de blaxploitation e kung fu - Cage é um herói da classe pobre. Um preto à séria, cheio de atitude à Huey Newton, imbuído de Mito Urbano.
Do prefácio de Darius James.

CAGE
Brian Azzarello (argumento) e Richard Corben (arte)
Formato comic, capa dura, 128 pgs. a cores. PVP: 10,99€
ISBN: 978-84-16510-30-6



Lançamento GFloy - Tony CHU volume 6: Bolos Janados


A série mais tresloucada dos comics atinge a metade: com o volume 6 de 12, CHU chega a meio do caminho, e começa a recta final que nos levará a descobrir a verdade sobre a FDA, os extra-terrestres, a gripe das aves, a NASA e muito mais!

Tony Chu - o agente federal cibopata com a habilidade de obter impressões psíquicas de tudo o que come - está num hospital, a lutar pela vida, e, por isso, será Toni, a sua irmã gémea, a tomar a dianteira nesta aventura. Toni é cibovidente, e consegue ver o futuro de tudo o que come. E, nestes últimos tempos, tem visto umas cenas mesmo horríveis!

O sexto volume da série bestseller do New York Times, uma bizarra e divertida história sobre polícias, bandidos, cozinheiros, galos assassinos e agentes clarividentes. Apresentando também a incrível história que fascinou a América e impressionou criancinhas em todo o mundo com a sua violência: as aventuras do Agente Secreto Poyo, o galo biónico mais tramado do mundo e arredores!

Agente Secreto Poyo é uma história tão ridícula e parva, que se torna incrível e espantosa e louca. Tão exagerada, que só nos resta adorá-la!
- Gamespot

Tony CHU: Bolos Janados inclui uma galeria extensa de pin-ups de Poyo, a verdadeira estrela em ascensão do universo CHU, que eclipsará em breve toda a lista de agentes semi-competentes e pouco fiáveis que têm povoado até agora as páginas desta série, que merece finalmente conhecer o seu maior herói. Com ilustrações de nomes como Ben Templesmith, Nick Pitarra, John McCrea e outros.

Vencedor de dois Prémios Eisner - o galardão máximo da banda desenhada anglo-saxónica - e de dois Prémios Harvey - os prémios profissionais dos comics nos EUA - CHU/Chew é uma das mais populares séries independentes actuais.

E visitem ChewComic.com, o site oficial desta série!

Reúne os #26 a 30 dos comics originais da série Chew, e o número especial Chew: Secret Agent Poyo, e corresponde ao volume Chew#6: Space cakes. A série está planeada para um total de 12 volumes.

Tony Chu volume 6: Fome de Vencer
Álbum, 160 pgs a cores, capa dura. PVP: 10,99€
ISBN: 978-84-16510-28-3

Nota: o PVP deste volume é 2€ mais caro porque tem bastantes mais páginas que os anteriores; voltaremos ao nosso PVP normal no #7!