Mostrar mensagens com a etiqueta Dylan Dog. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dylan Dog. Mostrar todas as mensagens

Dylan Dog - Trevas Profundas de Dario Argento, Stefono Piano e Corrado Roi

Criado por Tiziano Sclavi, DYLAN DOG é o célebre investigador do paranormal, o Detective do Pesadelo, uma das mais conhecidas personagens de BD de sempre, cujas aventuras ao mesmo tempo aterradoras, inquietantes e melancólicas, têm encantado leitores - e leitoras - em todo o mundo.

Nesta nova aventura, Dylan Dog envolve-se com duas mulheres misteriosas, diferentes em tudo, mas profundamente ligadas por um elo desconhecido. O herói irá apaixonar-se por uma delas, e seguirá um tortuoso caminho que o levará ao mundo do sadomasoquismo. Visitamos também um episódio da História da rígida hierarquia inglesa: os “whipping boys”, crianças de baixo estrato social, educadas junto dos jovens da nobreza e que eram punidas em vez deles, quando eles infringiam as regras. No caso de Trevas Profundas, a ligação entre estes vários elementos culmina numa tragédia sangrenta com a obrigatória incursão do sobrenatural.

Uma BD por dia, não sabe o bem que lhe fazia - até ao primeiro dia de 2020!



Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, mas só agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

Na semana do MOTELx, festival de cinema de terror de Lisboa, ficam umas sugestões de BDs desse lado tenebroso da literatura.

Dylan Dog, O Velho que Lê e Até que a Morte Vos Separe - G.Floy


Dylan Dog é uma personagem da editora italiana de BD, a Bonneli, criado em 1986 pelo escritor Tiziano Sclavi. É um dos grandes fenómenos da 9.ª Arte, principalmente na sua terra natal, mas não só. É amado pelos mais diferentes cantos da sociedade, e até intelectuais da craveira de Umberto Eco defendem-no de forma acirrada. Não é isso que faz a série ser melhor ou pior, mas é uma boa forma de começar um post sobre qualquer obra de BD - apelando ao desejo de aceitação por parte dos fãs da Arte Suprema (estão a ver como também o faço?). 

Dylon Dog, Mater Morbi de Massimo Carnevale e Roberto Recchioni na Colecção Novelas Gráficas III da Levoir/Público



Esta semana a Levoir e o jornal Público apresentam em estreia nacional Dylan Dog, o popular detective do sobrenatural criado pelo Tiziano Sclavi em 1986 para a Editora italiana Sergio Bonelli, e que, mais de trinta anos depois da sua estreia, se mantém como um verdadeiro fenómeno de culto, que aliou o sucesso do público à aclamação da crítica e mesmo de intelectuais conhecidos como Umberto Eco, que declarou:  “Posso ler a Bíblia, Homero e Dylan Dog dias e dias sem me aborrecer”.

Não, não é exagero de Umberto Eco. Dylan Dog é tão interessante quanto os clássicos, lá encontramos referências não gratuitas à literatura, aos clássicos, à música, que vão desde o pop ao cinema de autor, temos filosofia, crítica social, religião, reflexões acerca da humanidade, uma enorme mistura tratada com muito bom humor, inteligência e um cinismo ácido e mordaz.

Massimo Carnevale e Roberto Recchioni são os autores da obra apresentada esta semana, Dylan Dog: Mater Morbi. Nomes grandes dos fumetti italianos, o argumentista Recchionie o desenhador Massimo Carnevale criaram uma história em que o conhecido detective Dylan Dog, hipocondríaco confesso, enfrenta o seu medo mais profundo: a deterioração do próprio corpo devido a uma doença desconhecida e talvez até incurável. Uma doença que o levará às profundezas de um mundo onírico e aterrorizador, onde encontrará... Mater Morbi!

Prémio de melhor novela gráfica de terror pelos prestigiados The Ghastly Award 2016, Dylan Dog: Mater Morbi é uma reflexão carregada de crueza sobre os efeitos que uma doença grave tem no ser humano, sobre o medo irracional dos hospitais e da perda de saúde, o terror provocado pela aproximação da morte, a atitude com que cada pessoa enfrenta a sua doença e com ela convive.

Dylan Dog: Mater Morbi é um presente para os amantes de comic de terror. Com prefácio de João Miguel Lameiras, capa dura e 120 páginas no formato 170x257 mm é um objecto de culto de aquisição imprescindível para os fanáticos de Dylan Dog. Uma obra para guardar e recordar.