Ólhá musiquinha fresquinha! - Jain

Todos os Domingos (ou quase todos) deixamos uma pequena sugestão de grupo ou artista de Música. Algo que podem ou não conhecer. Assim, têm com que se entreterem durante a semana.

Esta semana sugerimos o Indie Pop da Jain.

Cliquem na imagem para irem para a página dela no Spotify.



Álbuns para Sempre, 93

Existem músicas que permanecem. São mais do que prazeres. São memórias. 

São nossas e dos outros. Como em nenhuma outra arte, a Música é comunhão. Quer por estarmos num concerto, quer porque a ouvimos no conforto de casa.

Todos os fins-de-semana vão poder ouvir um álbum que me marcou. Esta semana é dos The Magnetic Fields e do LP 69 Love Songs. 

Cliquem na imagem para ouvi-lo no Spotify.

Música à Quarta! Wednesday Music!


Neste Blogtodas as quartas-feiras, compilo uma lista de álbuns que ouvi durante a semana e faço um post com ligação ao Spotify  onde podem ouvir o que ouvi. Em baixo podem encontrar a lista. Destaco a bold os álbuns que mais gostei.

Titans temporada 1, episódio 1


No início a década de 80, a DC Comics encontrava-se em sérios apuros. As suas personagens, apesar de conhecidas, estavam a ser trucidadas pela Marvel nas vendas. O que tinha se iniciado cerca de 20 anos antes, atingira o ponto de ruptura em 1978, com o cancelamento de inúmeros títulos - num momento que ficou conhecido como a DC Implosion. Eis que aparecem o escritor Marv Wolfman e o desenhador George Pérez, ambos vindos da Marvel. O segundo já carregava consigo uma aura de excepção e era seu sonho desenhar a Liga da Justiça. Contudo, enquanto essa oportunidade não se apresentava, decidiu juntar-se a Wolfman para recriar um conceito antigo da DC: os Teen Titans (Turma Titã). 

Ólhá musiquinha fresquinha! - Slowly Moving Camera

Todos os Domingos (ou quase todos) deixamos uma pequena sugestão de grupo ou artista de Música. Algo que podem ou não conhecer. Assim, têm com que se entreterem durante a semana.

Esta semana sugerimos o Jazz dos Slowly Rolling Camera.

Cliquem na imagem para irem para a página deles no Spotify.



Álbuns para Sempre, 92

Existem músicas que permanecem. São mais do que prazeres. São memórias. 

São nossas e dos outros. Como em nenhuma outra arte, a Música é comunhão. Quer por estarmos num concerto, quer porque a ouvimos no conforto de casa.

Todos os fins-de-semana vão poder ouvir um álbum que me marcou. Esta semana é dos Cinematic Orchestra e do LP Man With a Moving Camera. 

Cliquem na imagem para ouvi-lo no Spotify.

David Rubín - Beowulf, Hero e Sherlock Frankenstein


Nos últimos tempos, o nosso vizinho da Galiza, David Rubín, tem demonstrado uma certa e determinada ubiquidade  - ou então foram os nossos olhos que abriram-se para ele. Os seus desenhos têm estado presentes em obras em nome próprio publicadas deste e do outro lado do Atlântico, em colaborações com colegas de Espanha e em parceria com autores a trabalhar para os EUA. O seu estilo cartoonesco, dinâmico e cheio de velocidade narrativa é atraente, divertido e capaz de contar a história de forma fluída. É impossível não admirar a síntese da sua composição narrativa, misturada com cor e explosão de movimento. É uma forma comum a muitos artistas que fizeram a transição da animação para a Banda Desenhada e que prova que esta última é, antes de mais nada, não uma sequência de desenhos bonitos mas antes uma arte onde deve ser privilegiada o contar da história. A habilidade do artista em "partir a história" em quadradinhos pode ensinar-se - como tudo -,  mas existem aqueles que o fazem melhor que outros. David Rubín é um deles.

Música à Quarta! Wednesday Music!



Neste Blogtodas as quartas-feiras, compilo uma lista de álbuns que ouvi durante a semana e faço um post com ligação ao Spotify  onde podem ouvir o que ouvi. Em baixo podem encontrar a lista. Destaco a bold os álbuns que mais gostei.

Thelma de Joachim Trier

Thelma, estreado na semana passada pela chancela da distribuidora Cinema Bold, é um filme com todos os tiques do melhor do terror. Esta estética continua a atrair vários realizadores, que gravitam na direcção de um estilo onde podem brincar com as emoções dos espectadores de uma forma primal e pura. Joachim Trier, realizador dinamarquês que deu-nos, por exemplo, Oslo 31 de Agosto, não é excepção. Ainda que este último filme se centrasse nos dramas bem reais de um jovem a recuperar de uma adicção a drogas, não deixa de partilhar do código genético de Thelma. Ambos centram-se nos dramas de dois jovens. Acontece que um é mais fantástico do que outro.

Cold War (Guerra Fria) de Pawel Pawlikowski

Não gosto de ser acusado de pedante, mas acho que, desta vez, será impossível não acontecer. O novo e belo e brilhante filme do realizador de Ida, Pawel Pawlikowski, é o responsável. Larguem os Venom da vida - que ainda não vi. Esqueçam todos os filmes pipoca pelo menos uma vez neste ano, e desloquem-se a uma sala de cinema e vejam este Cold War - nesta altura que vos escrevo, o meu filme favorito de 2018. Aliás, não posso sublinhar com suficiente veemência que não o deixem sair de cartaz e não guardem para o ver num ecrã de TV ou outro qualquer de dimensão inferior. Este filme é uma das razões, no que a mim diz respeito, pela qual o Cinema existe e, portanto, deve ser visto em sala de ecrã de cinema.