Ólhá musiquinha fresquinha! - RY X

Todos os Domingos (ou quase todos) deixamos uma pequena sugestão de grupo ou artista de Música. Algo que podem ou não conhecer. Assim, têm com que se entreterem durante a semana.

Esta semana sugerimos o Indie Pop de RY X.

Cliquem na imagem para visitarem a página dele no Spotify.

Ou então podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie Louie, Flur, Carpets & Snares, Carbono, Groovie Records, Discolecção, Vinil Experience, Glam-O-Rama, Magic Bus, Sound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais.


Álbuns para Sempre, 110

Existem músicas que permanecem. São mais do que prazeres. São memórias. 

São nossas e dos outros. Como em nenhuma outra arte, a Música é comunhão. Quer por estarmos num concerto, quer porque a ouvimos no conforto de casa.

Todos os fins-de-semana vão poder ouvir um álbum que me marcou. Esta semana é dos Bon Iver e do LP For Emma, Forever Go. 

Cliquem na imagem para ouvi-lo no Spotify.

Ou então podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie Louie, Flur, Carpets & Snares, Carbono, Groovie Records, Discolecção, Vinil Experience, Glam-O-Rama, Magic Bus, Sound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais.

La Mort Vivante de Olivier Vatine e Alberto Varanda - Comix Buro

Steve Jobs disse que a Morte era a maior invenção da Vida. A incapacidade dos seres vivos de serem imortais possibilita a renovação e a evolução. A permanência é inimiga da melhoria. Por mais que custe, esta é uma realidade. Contudo, ela choca com o obcecado ego humano, que insiste em encontrar soluções para durar a sua existência deste lado do véu. Um dos mais antigos sonhos da Humanidade é a imortalidade, alicerçado na ideia de que seremos melhores. Essa imortalidade implica a conquista da Morte, do ficar mais um dia, mais um mês, mais uma eternidade. É uma luta contra a nossa percebida brevidade. Esta obsessão leva-nos a prodígios tecnológicos, científicos e médicos que prolongam a média de idade, evitam doenças e multiplicam o nosso número pela face da Terra. A BD, inédita em Portugal, La Mort Vivante de Olivier Vatine e Alberto Varanda  é, também, sobre isto tudo.

Green Book de Peter Farrely

Já com certeza repararam que os lançamentos de filmes vindos de Hollywood obedecem a um cuidado escalonamento. Entre Dezembro e Março, vão aparecendo, a conta-gotas, aqueles que têm maior possibilidade de serem candidatos a Óscar. Biopics. Histórias de luta contra diferentes adversidades, sejam elas racismo, homofobia, misoginia. Grandes dramas históricos. Depois desses, voltamos à silly season do espectáculo pirotécnico de super-heróis, ficção científica e outros mundos de fantasia. Mas, até esse momento, somos presenteados, à hora marcada e ciclicamente, por aquele Cinema que Hollywood considera mais "sério", mais "humano", mais "realista". Porque... convenhamos... são esses os únicos que merecem ser premiados (existem excepções, claro, mas que servem para confirmar a regra). Independentemente da qualidade deste Green Book, ele faz parte desta última categoria.

Música à Quarta! Wednesday Music!


Neste Blogtodas as quartas-feiras, compilo uma lista de álbuns que ouvi durante a semana e faço um post com ligação ao Spotify,  onde podem ouvir o que ouvi. 

Ou então, podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie Louie, Flur, Carpets & Snares, Carbono, Groovie Records, Discolecção, Vinil Experience, Glam-O-Rama, Magic Bus, Sound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais.

Em baixo podem encontrar a lista. Destaco a bold os álbuns que mais gostei.

The Favourite (A Favorita) de Yorgos Lanthimos

A ascensão do realizador grego Yorgos Lanthimos tem sido nada menos que meteórica. Começou com filmes trabalhados na sua terra natal, Dogtooth e Alps, para logo ser reconhecido no além-fronteiras e lançar outros dois, The Lobster e The Killing of a Sacred Deer, que o fixaram como um dos realizadores a acompanhar. Nestes dois últimos já figuravam alguns actores conhecidos internacionalmente, com Colin Farrel a bisar, acompanhado de Rachel Weisz no primeiro e de Nicole Kidman no segundo. Ambas estas obras eram esforços surrealistas, que não se enquadravam no cinema mainstream, antes devendo méritos à inspiração de lendas como Buñuel e até a um David Lynch mais contido.

Ólhá musiquinha fresquinha! - TENDER

Todos os Domingos (ou quase todos) deixamos uma pequena sugestão de grupo ou artista de Música. Algo que podem ou não conhecer. Assim, têm com que se entreterem durante a semana.

Esta semana sugerimos a Electronica de TENDER.

Cliquem na imagem para visitarem a página deles no Spotify.

Ou então podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie Louie, Flur, Carpets & Snares, Carbono, Groovie Records, Discolecção, Vinil Experience, Glam-O-Rama, Magic Bus, Sound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais.



Álbuns para Sempre, 109

Existem músicas que permanecem. São mais do que prazeres. São memórias. 

São nossas e dos outros. Como em nenhuma outra arte, a Música é comunhão. Quer por estarmos num concerto, quer porque a ouvimos no conforto de casa.

Todos os fins-de-semana vão poder ouvir um álbum que me marcou. Esta semana é dos Iron & Wine e do LP In the Reins. 

Cliquem na imagem para ouvi-lo no Spotify.

Ou então podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie Louie, Flur, Carpets & Snares, Carbono, Groovie Records, Discolecção, Vinil Experience, Glam-O-Rama, Magic Bus, Sound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais.

Bohemian Rhapsody de Bryan Singer

Os críticos têm dificuldade em incluir as emoções na sua análise? Será que, para rever um filme, terão de se cingir à razão objetiva?  E os espectadores? Esses têm apenas que se sentir emocionados, de gostar ou não? Será que uma forma de ver é "melhor" que a outra? Mais esclarecida? Mais verdadeira? Bohemian Rhapsody dá uma das respostas a estas questões. Freddie Mercury, os Queen, Bryan Singer, Rami Malek, e restante equipa ajudam.

Música à Quarta! Wednesday Music!


Neste Blogtodas as quartas-feiras, compilo uma lista de álbuns que ouvi durante a semana e faço um post com ligação ao Spotify  onde podem ouvir o que ouvi. 

Ou então podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie Louie, Flur, Carpets & Snares, Carbono, Groovie Records, Discolecção, Vinil Experience, Glam-O-Rama, Magic Bus, Sound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais.

Em baixo podem encontrar a lista. Destaco a bold os álbuns que mais gostei.