Em 1985, Benoît Peeters e François Schuiten venciam, com este A Febre de Urbicanda, o Melhor Álbum de Angoulême. Apenas com o segundo álbum da série Cidades Obscuras, arrecadavam um dos mais cobiçados prémios mundiais da banda desenhada. O primeiro dessa mesma série havia sido o também já impressionante Muralhas de Samaris, mas é com este que a lendária dupla de autores de BD chega ao lugar merecido da constelação dos grandes da nona arte.
Desde logo, há uma questão que se impõe: como é que uma obra com mais de 30 anos continua relevante?









