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Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, e agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

Esta semana temos uma homenagem à minha editora de BD favorita, a DC Comics.


Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, mas só agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

Esta semana temos cinco sugestões para celebrar o filme do Joker (Sem A Piada Mortal do Moore e Bolland, porque essa é tão importante que nem vale a pena chover no molhado) e duas de leitura para todos os gostos e sensibilidades.

Uma BD aqui, outra BD ali, 25 - Liga da Justiça

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei. Só isso: gostado. Não são nem melhor nem pior que outras coisas.

Justice League (2018) número 7 de Scott Snyder e Jim Cheung (DC Comics)

Chega ao fim o primeiro grande arco de história do escritor Scott Snyder na Liga da Justiça. Nos desenhos teve a colaboração de Jim Cheung e Jorge Jiménez e, num interlúdio, o argumento de James Tynion IV com Doug Mahnke na arte. E como é que se safou nestes primeiros números? 

Multiversity, Ultra Comics por Grant Morrison e Doug Mahnke

Esta BD não é boa, é muito boa. Esta BD não é muito boa, é excelente. Esta BD não é excelente, é extraordinária.

Sinceramente, para vos convencer a ler esta obra de arte pouco mais deveria ser obrigado a escrever. Deveriam acreditar piamente na minha palavra. Mas  não tenho ilusões. As coisas não são assim tão simples e o dinheiro e o tempo são bens preciosos. Também é verdade que já o disse várias vezes neste blog. Que esta série, Multiversity, iria vigorar entre as melhores. Talvez venha-o a ser só para mim, mas tenho impressão que não serei o único - se querem saber o que achei dos números anteriores cliquem neste link. Este mais recente volume, Ultra Comics, não é diferente dos anteriores em qualidade mas também é diferente dos outros em qualidade. Acrescenta a peça crucial do puzzle, acrescenta metáforas e meta-textos num frenesim de imaginação. O que poderia ser apenas uma entre infinitas crises (até eu já estou meta-textual) cresce em volume, espaço e tempo. Vai para além do puro entretenimento (que é!) para ser uma BD sobre a BD e uma BD sobre a nossa relação com essa e tantas outras artes.

É necessário ter um doutoramento em BD dos EUA e sobre a DC Comics? Ajuda. É essencial ter? Não, de maneira rigorosamente nenhuma (reparem que sublinhei). Porque quero frisar que os fãs podem oferecer Multiversity a todos os que gostam e não gostam de BD, a todos os que um dia a leram e a todos os que um dia nunca a leram. Depois deliciem-se a explicar pormenores mais obscuros, metáforas mais rebuscadas, meta-textos que apenas vocês podem e devem ler. Partilhem e participem porque isto é puro amor à Arte Suprema.

Mas se não sentirem nada do que eu acabei de sentir, também não faz mal. Eu precisava de pôr isto cá para fora. E reparem: eu não escrevi uma palavra sobre o conteúdo. Não é relevante. O relevante é ler. Não liguem à mensagem da capa: o importante é mesmo passarem para  página seguinte e ler.