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Uma BD por dia, não sabe o bem que lhe fazia - até ao primeiro dia de 2020!



Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, mas só agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

Neste momento, estou a escolher os meus momentos importantes do Quarteto Fantástico, aka Fantastic Four, uma das minhas equipas favoritas de supers na BD.

Uma BD por dia, não sabe o bem que lhe fazia - até ao primeiro dia de 2020!



Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, mas só agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

Neste momento, estou a escolher os meus momentos importantes do Quarteto Fantástico, aka Fantastic Four, uma das minhas equipas favoritas de supers na BD.

Uma BD por dia, não sabe o bem que lhe fazia - até ao primeiro dia de 2020!



Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, mas só agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

Neste momento, estou a escolher os meus momentos importantes do Quarteto Fantástico, aka Fantastic Four, uma das minhas equipas favoritas de supers na BD.


Uma BD por dia, não sabe o bem que lhe fazia - até ao primeiro dia de 2020!



Tenho participado de uma brincadeira no Facebook: enumerar uma BD por dia até 2020. Começou há alguns meses, mas só agora dou-me ao trabalho de aqui a reproduzir. Mostro, hoje, as escolhas desta semana, com link na imagem para o texto que escrevi sobre o livro, ou um nhónhózinho, caso ainda não tenha falado dele.

A temática, até 31 de Agosto, foram as BDs que podem e devem ser lidas por qualquer pessoa. Só têm de ter um requisito: gostarem de ler.

Neste momento, estou a escolher os meus momentos importantes do Quarteto Fantástico, aka Fantastic Four, uma das minhas equipas favoritas de supers na BD.

Uma BD aqui, outra BD ali, 29 - Quarteto Fantástico

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.


Fantastic Four (2018) número 5 ou Fantastic Four (1961) número 650 de Dan Slott, Mike Allred, Adam Hughes e Aaron Kuder (Marvel)

Tenho um segredo para vos contar: eu adoro o Quarteto Fantástico. Quase que arrisco a dizer que é a minha equipa favorita de super-heróis. Quem me conhece e lê este Blog, sabe da minha forte inclinação para a DC. Mas o que não sabem é que comecei a ler BD graças ao Homem-Aranha e as personagens da Marvel foram, durante muitos anos, companheiros fiéis e favoritos. Um desses foi o Quarteto Fantástico, que conheci, pela primeira vez, na aventura onde conhecem os Inumanos, criada pelos eternos Stan Lee e Jack Kirby

BD é tempo e noite.

"Before the beginning was the night. And the night was without boundaries and the night was without end. 


In the beginning was time. The relentless beat in which things could happen, in which everything could become, dust could coalesce, matter could exist."

Capítulo quatro de Sandman Overture, escrito por Neil Gaiman.

Desenhos de Jim Lee.

Fênix, aka Marvel Girl, aka Jean Grey dos X-Men


Dr. Destino, aka Victor Von Doom 


Batman, Hera Venenosa e Mulher-Gato


Quarteto Fantástico


Mulher-Maravilha, Super-Homem e Batman


Batman


BD é paixão

"It is a poor critic who says that a lack of effect on them implies all others are insincere in their love." diálogo de Ananke, publicado em The Wicked and The Divine # 9, escrito por Kieron Gillen.

Universo do Fantastic Four, aka Quarteto Fantástico, desenhado por John Byrne

Quarteto "original" vs Quarteto de John Byrne

Inumanos vs Homem-Dragão

Galactus vs Esfinge

Coisa, Mulher-Invisível e Mulher-Hulk vs Hulk, Capitão América e Tocha Humana vs Caveira Vermelha, Sr. Fantástico e Homem-Aranha vs Dr. Destino e Dr. Octopus

Quarteto vs Terrax com Galactus e Surfista Prateado em segundo plano

Mulher-Invisível, aka Sue Storm





Secret Wars (2015) número 3

(este post contém alguns spoilers para números anteriores da série, sobre os quais já aqui escrevi)

A Marvel, tal como a conhecemos hoje, uma casa de super-heróis, começou no ano de 1961 com a revista do Quarteto Fantástico. Para quem não conhece, esta representou uma pequena mudança de paradigma, ao focar-se em quatro pessoas que eram muito mais que companheiros ocasionais de aventuras, como a Liga da Justiça da DC: eles eram uma família. Meros cinco números depois desta estreia aparecia o Dr. Destino (Dr. Doom no original),  o vilão que, com o passar dos anos, não só revelar-se-ia como o maior dos antagonistas destes heróis e um dos maiores da Marvel mas, mais importante, também como uma espécie de quinto membro da equipa, parte integrante da mitologia e da família (para quem acredita em numerologia e misticismos existem aqui sincronicidades). De facto, já na primeira década deste século XXI, Doom seria o padrinho de Valeria, o segundo filho do principal casal do Quarteto Fantástico, Reed Richards e Susan Storm. Esta pequena introdução aos personagens serve para vos situar um pouco melhor neste Secret Wars de 2015, escrita por Jonathan Hickman e desenhada por Esad Ribic. O motor da narrativa é exactamente a trágica figura de Victor Von Doom, agora literalmente Deus da realidade resultante da destruição do universo principal da Marvel no número um da série. Ou seja, quem melhor para fechar o universo anterior do que o seu maior vilão? Que melhor forma de fechar a mitologia anterior do que recorrer às figuras que abriram as suas portas em 1961? (não, aqui não existe misticismo, é mesmo intenção).

O que Hickman está a tecer neste Secret Wars é, até agora e na minha opinião, algo raramente visto na BD de super-heróis. Como mesmo os ocasionais leitores devem saber, são comuns estes eventos pancósmicos que colocam em perigo mais do que vidas, colocam em perigo a própria existência, o tecido da realidade. Mas, paradoxalmente ou, se calhar, até não, a qualidade é muitas vezes deficitária, isto para ser simpático (vejam Convergence da DC, o evento desta editora de 2015). Não é de todo o caso de Secret Wars. Repito: não é de todo o caso de Secret Wars. A qualidade da escrita é verdadeiramente acima do normal. O desenho de Ribic poderá vir a colocá-lo lado a lado com A referência destes eventos: George Pérez. Para mim, é tão bom assim. E (apontamento) estamos aqui a falar de puro entretenimento. 

O terceiro número é mais do mesmo, ou seja, uma história empolgante que desenha palcos titânicos de teatralidade cósmica, sem se esquecer das personalidades que fazem a narrativa, figuras trágicas de moralidade dúbia. Volta-se o enfoque para a figura divina de Doom, do seu companheiro mais próximo, o mais poderoso místico da Marvel, o Dr. Estranho, bem como na relação do primeiro com a sua "família": sim, o Quarteto Fantástico. Uma vez mais reitero que revelar mais será estragar a surpresa mas, pela primeira vez na história da Marvel, é revelada em toda a sua clareza a face de Doom, num dos momentos mais marcantes da narrativa mais profunda de Secret Wars, um estudo da intrigante personalidade do maior vilão da Marvel.

Hickman e Ribic parecem estar a tecer um dos mais relevantes momentos da história desta editora de super-heróis. É esperar que assim continuem.

Quem cheira BD cheira-lhe a rosas.

"John Constantine: Who the hell are you? I called for the lord of flatulence, not one of his discharges." - Jamie Delano, Hellblazer, volume primeiro, número três. 

Death, personagem criado por Neil Gaiman para Sandman, desenhada por Arthur Adams

Sue Richards, aka Mulher-Invisível e Namor, palavras de Grant Morrison, desenho de Jae Lee, Fantastic Four, 1234



Quem lê BD tem a cabeça na lua.

"- This isn't earth.
- How can you be sure?
- Because the moon looks wrong...the wrong color.
- Oh, that? No, that isn't the moon. It's the whole of creation, seen from the outside. In fact, this is why I brought you here. I'd like you to help me decide what to do with it." - Mike Carey, Lucifer volume 10 - Morningstar

Vários trabalhos por comissão de John Byrne.

Thanos vs Vingadores

Ultron vs Vingadores

Super-Homem vs Quarteto Fantástico vs Dr. Destino

Encontro entre personagens Marvel e DC das décadas de 40 e 70.

Um bom mês de Janeiro de 2015

Adults...struggle desperately with fiction, demanding constantly that it conform to the rules of everyday life. Adults foolishly demand to know how Superman can possibly fly, or how Batman can possibly run a multibillion-dollar business empire during the day and fight crime at night, when the answer is obvious even to the smallest child: because it's not real.”  ― Grant Morrison, Supergods: What Masked Vigilantes, Miraculous Mutants, and a Sun God from Smallville Can Teach Us About Being Human.

Fantastic Four, aka Quarteto Fantástico

Mês de Janeiro de 1981 do Calendário Marvel, desenhos de Bill Sienkiewcz e Joe Sinnott 

Nota - Porque estou eu a publicar imagens de um calendário de Janeiro de 1981? Acontece que os dias da semana para cada mês são iguais aos deste nosso novo de 2015. Por isso, todos os inícios de mês vou publicar uma imagem relativa a esse mesmo mês.



Coleção Levoir/Público Marvel 2014 – 5.º Volume: Vingadores e Quarteto Fantástico

(Prometo informar os menos conhecedores acerca da acessibilidade desta coleção de BD, ou seja, se é fácil ou não ler sem saber mais coisas)

Grau de acessibilidade: Difícil mas…

Sai amanhã, Quinta-feira, dia 7 de Agosto, junto com Público e custa 8,9€

Brian Michael Bendis, escritor, está para a Marvel da primeira década deste século como Stan Lee esteve para a de 60 do século XX (calma, eu sei que é exagero). Acontece que, desde 2004, quando tomou em mãos os Vingadores e lhes deu uma lavagem geral, o universo Marvel decidiu-se a não ser mais o mesmo – para o bem e para o mal. A história que deu a pedra de toque chamou-se Avengers Dissassembled (publicada pela BDMania/Vitamina BD) e, depois de acabar, literalmente o grupo de super-heróis não seria mais o mesmo. Os Vingadores foram depostos, viva os Novos Vingadores, aos quais adeririam, entre outros, os muito famosos Homem-Aranha e Wolverine, que nunca tinham feito parte do grupo. De uma estocada Bendis tinha conseguido o óbvio – juntar, na mesma equipa, alguns dos mais conhecidos personagens da editora. Não só por causa disso mas muito mais pela sua escrita e enredo o sucesso foi imediato e fulminante.

A Marvel deste século tinha começado a mudar mas não se ficaria por aqui. O esprit de corps entre os vários criadores era estimulado pela editora através de reuniões periódicas onde todos se juntavam para discutir o futuro das histórias. A noção de universo partilhado era cada vez mais omnipresente e Bendis, pelo sucesso que tinha e pelo facto de escrever a mais nuclear e transversal das equipas da editora, tinha bastante influência nos destinos gerais. Destas reuniões saíram todos os grandes eventos da década que se seguiu (e continuam hoje), alguns deles já publicados pela Levoir em coleções anteriores, como por exemplo Civil War e House of M. Estes foram eventos que, de forma muito direta, tinham como centro os Vingadores (mais na Civil War que House of M, já que esta última também envolvia os X-Men).

A Levoir reinicia a publicação destes eventos maiores da Marvel e Vingadores com aquele que, cronologicamente, se segue à Civil War, este Invasão Secreta. Nesta saga, pormenores de enredo e mistérios que existiam desde o primeiro número dos Novos Vingadores de Bendis são finalmente revelados. Por isso, torna-se um pouco complicado para o leitor causal poder acompanhar, com todos os pormenores, o que verdadeiramente se está a passar, mas o trabalho da Levoir e das suas introduções é geralmente irrepreensível e não se espera menos desta vez. Este está longe de ser o melhor trabalho de Bendis (infelizmente) e mesmo do desenhista que o acompanha, o filipino Leinil Francis Yu. Ainda assim, pelo lado do entretenimento, é uma história que toca os pontos mais importantes e avança a macro-narrativa que o escritor tinha planeado para os Vingadores.


Nota final – Eu não partilho da opinião que se tem de saber tudo para acompanhar bem uma história. Parte da “magia” da BD americana reside na descoberta posterior, na paciente reconstrução do puzzle. Mas para aqueles que não têm tempo e paciência aqui fica este meu pequeno esforço.

O casamento é uma chatice - artigo Maxim

Não, isto não é um artigo de revistinha cor-de-rosa. É mesmo sobre a polémica que estourou com o "despedimento" da equipa criativa da Batwoman.

Mas não acreditem em mim, ou melhor, acreditem no "mim" do site da Maxim. Vão ler o artigo aqui.


Marvel vs DC - artigo Maxim

Malta, ora cá está o artigo da semana no site da Maxim. Podem lê-lo aqui.

E não se esqueçam de clicar nas etiquetas deste post e ler mais um pouco do que tenho escrito sobre estas coisinhas de que gosto tanto.