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Ó Alfredo, olha a música que não consigo parar de ouvir!

Ó Alfredo, amigo, tu que gostas tanto de música e vais me dizendo coisas tão boas para eu gostar (e, geralmente, acertas) vê lá se gostas destas que não consigo deixar de ouvir, algumas por tua culpa.

Esta vai ser a minha lista do que gostei mais de ouvir em 2013. Aqui tens as primeiras. 

Esta é, inteiramente, por tua culpa. Inteiramente! E, para tua enorme inveja, já as vi duas vezes ao vivo. Malta, as meninas Savages com "Shut up"..


Estes meninos, macacos do ártico, voltaram à forma em 2013 e este, este é fenomenal. Apresento-vos Why'd You Only Call Me When You're High?

O que vou ouvindo! - Arctic Monkeys and Janelle Monae

Arctic Monkeys – AM 

Ora cá está uma coisa muito boa. Estes “bifes” conseguiram outra vez e estamos a falar do 5.º LP da carreira dos meninos, o que nestas coisas da música é apenas reservado a alguns. O anterior Suck It and See não me tinha enchido as medidas mas este AM é exatamente o oposto. A voz de Alex Turner continua a ser a do sedutor brincalhão, ponto e contraponto a saltitar na voz, mas o resto do som é mais direto ao assunto, sem rodriguinhos (que eram fantásticos), sem tantos momentos de partir a coluna em espasmos involuntários. Será que a contribuição e Josh Homme dos Queens of the Stone Age teve alguma coisa a ver com isso? Será que a dose cavalar de Macho Texano teve alguma influência neste som assumidamente escola antiga do rock & roll? Se sim, ainda bem, porque isto, volto a dizê-lo, é mesmo muito bom. 

E já agora, Why'd You Only Call Me When You're High?, é mesmo espetacular. Basta ouvir aqui em baixo!



Janelle Monae – Electric Lady
 
Sem dúvida eléctrica, conclusão a que já tinha chegado depois de ouvir o seu fabuloso primeiro álbum e de a ter visto no Tivoli no Vodafone Mexefest (obrigado, Ípsilon do Público, de vez em quando vocês lá acertam). Esta coelhinha elétrica do R&B vale bem o entusiasmo que desperta em muita gente, com o ritmo Quebra-Costas, hinos à discoteca e ao hedonismo, usando à pele toda a herança de dezenas de anos da música contemporânea. Cá está ela de volta com Electric Lady, retomando o literato estilo de contar uma história usando o formato LP. No anterior The ArachAndroid dávamos uma passagem pela Metropolis de Fritz Lang e neste regressamos a um futuro diferente mas com as mesmas melodias, com o mesmo compasso.