Começo pelo princípio, onde todas as coisas devem começar. O desenho animado do Homem-Aranha da década de 60 estava a passar na TV portuguesa lá pelos finais dos anos 70. Eu não conseguia largar a TV quando estava no ar. Algum tempo depois, a Agência Portuguesa de Revistas lançava as Aventuras do Homem-Aranha e, por qualquer razão, só a apanhei no número cinco, que reproduzia o Amazing Spider-Man 156 americano. Bastou folhear e ler, para ficar agarrado - na realidade foi o meu pai que ma leu, não me perguntem porquê, talvez eu gostasse da maneira como ele lia (parabéns Pai, pelo teu dia, agora que já não estás comigo e com a minha irmã). Assim começou. Tudo graças à Marvel, ao Homem-Aranha e, principalmente, aos autores Len Wein e Ross Andru.
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Começo pelo princípio, onde todas as coisas devem começar. O desenho animado do Homem-Aranha da década de 60 estava a passar na TV portuguesa lá pelos finais dos anos 70. Eu não conseguia largar a TV quando estava no ar. Algum tempo depois, a Agência Portuguesa de Revistas lançava as Aventuras do Homem-Aranha e, por qualquer razão, só a apanhei no número cinco, que reproduzia o Amazing Spider-Man 156 americano. Bastou folhear e ler, para ficar agarrado - na realidade foi o meu pai que ma leu, não me perguntem porquê, talvez eu gostasse da maneira como ele lia (parabéns Pai, pelo teu dia, agora que já não estás comigo e com a minha irmã). Assim começou. Tudo graças à Marvel, ao Homem-Aranha e, principalmente, aos autores Len Wein e Ross Andru.
Depois destas, o mundo não seria mais o mesmo.
"Face it, tiger... you just hit the jackpot!" - Mary Jane Watson no Amazing Spider-Man, volume 1, número 42, escrita por Stan Lee.
Capas de the Amazing Spider-Man, volume 1, números 156 e 157, de Maio e Junho de 1976, desenhos de John Romita Sr.
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