Hoje estará à venda outro livro que, à revelia do que é hábito, tenho de falar. A Levoir lança o primeiro de dois volumes do Harleen de Stjepan Šejić, publicado pela DC Comics e protagonizado pela Harley Quinn, conhecida personagem da mitologia do Batman, ex-namorada do Joker e estrela de cinema, tornada carne pela actriz Margot Robbie. Tudo começou em 1993, na série de TV Batman, The Animated Series, quando Bruce Timm e Paul Dini decidem revolucionar a vida do Palhaço do Crime ao lhe dar uma companheira completa e estranhamente embevecida pelo seu "puddin'" (o carinhoso nome com que Harley tratava o Joker). A fama da personagem cresceu, ao ponto de ser incorporada nas BDs e no Cinema, hoje uma figura da DC tão incontornável quanto o Homem-Morcego, o Super-Homem ou a Mulher-Maravilha. Portanto, não foi surpresa quando a editora escolheu a personagem para protagonizar um novo título do selo para adultos recentemente criado, DC Black Label. A Levoir não quis perder tempo (o original concluiu em 18 de Dezembro de 2019) e lança este título, agraciado com a introdução de uma amiga, Joana Fernandes, e que, prometo, porque já a li, faz jus à incrível personalidade da Harley.
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Uma BD aqui, outra BD ali, 25 - Universo DC
Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei. Não são nem melhor nem pior que outras coisas.
Doomsday Clock número 7 de Geoff Johns e Gary Frank,
Batman Damned número 1 de Brian Azzarello e Lee Bermejo e
Heroes in Crisis número 1 de Tom King e Clay Mann
(com alguns spoilers)
É-me difícil ser imparcial. Desde há mais de 30 anos que a DC Comics e as suas personagens são as minhas favoritas da BD. Nesse tempo, existiram altos e baixos. O final da década de 80, princípios da de 90 e algum do início do século XXI foram anos de muitos prazeres. Depois, estes foram diminuindo gradualmente até atingir o ponto mais baixo, sempre com excepções, por volta de 2016. Mas em meados desse ano, surge o selo DC Rebirth, onde a editora inicia um lento plano de recuperação do lustro que muito de nós sabiam existir. Os três títulos dos quais venho falar são belíssimos exemplos deste renascimento.
Batman Damned número 1 de Brian Azzarello e Lee Bermejo e
Heroes in Crisis número 1 de Tom King e Clay Mann
(com alguns spoilers)
É-me difícil ser imparcial. Desde há mais de 30 anos que a DC Comics e as suas personagens são as minhas favoritas da BD. Nesse tempo, existiram altos e baixos. O final da década de 80, princípios da de 90 e algum do início do século XXI foram anos de muitos prazeres. Depois, estes foram diminuindo gradualmente até atingir o ponto mais baixo, sempre com excepções, por volta de 2016. Mas em meados desse ano, surge o selo DC Rebirth, onde a editora inicia um lento plano de recuperação do lustro que muito de nós sabiam existir. Os três títulos dos quais venho falar são belíssimos exemplos deste renascimento.
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