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Álbuns para Sempre, 170

Existem músicas que permanecem. São mais do que prazeres. São memórias. Nossas e dos outros. 

Como em nenhuma outra arte, a Música é comunhão. Quer por estarmos num concerto, quer por a ouvirmos no conforto de casa.

Todos os fins-de-semana vão poder ouvir um álbum que me marcou. Esta semana é dos Zero 7 e do LP The Garden.

Cliquem na imagem para ouvi-lo no Spotify.

Ou podem deslocar-se a lojas em Lisboa como a Louie LouieFlurCarpets & SnaresCarbonoGroovie RecordsDiscolecçãoVinil ExperienceGlam-O-RamaMagic BusSound Club Vynil Store, e comprar, que os artistas agradecem ainda mais (cliquem nos nomes para irem à loja ou página online).

Álbuns para Sempre, 63

Existem músicas que permanecem. São mais do que prazeres. São memórias, felizes ou tristes. São nossas e dos outros. Como em nenhuma outra arte, a Música é comunhão. Quer por estarmos num concerto, quer porque a ouvimos no conforto de casa.

Todos os fins-de-semana vão poder ouvir um álbum que me marcou. Esta semana cabe aos Zero 7 e ao LP Simple Things.





A música soa melhor quando só gostamos dela.

The artist must forget the audience, 
forget the critics, forget the technique, forget everything but love for the music.
Then, the music speaks through the performance,
and the performer and the listener will walk together
with the soul of the composer, and with
God.” ― Mstislav Rostropovich

Zero 7, 400 Blows



Medicine Man - Zero 7

O Trip-Hop está morto! Viva o Trip-Hop!

Começou, reza uma história, com os álbuns “Blue Lines” dos Massive Attack, “Moon Safari” dos Air e "Dummy” dos Portishead (sempre achei a inclusão deste último algo desarmónica quando colocada lado a lado ao tom dos dois primeiros). Outra história ainda, revela que se iniciou com a canção “In/Flux” de DJ Shadow (álbum "Preemptive Strike").

Mas continuou e cresceu e amadureceu. Com Hooverphonic. Com Alpha. Com Thievery Corporation. Com tantos e tantos e tantos outros, uma panóplia de grupos e sons que tinham como mote a sonoridade etérea, vaporosa, música da noite urbana sozinha de gente e guardada pelas luzes, néon e edifícios.

(Banda-sonora perfeita para Lisboa)

Os Zero 7 eram mais uns, uma interessante ponte entre este Trip-Hop escondido e o mainstream no limiar do comercial. Nunca descambavam. Raramente se comprometiam. As canções eram repletas de placidez, um antídoto ao tonitruante Rock ‘n’ Roll, ao intempestivo Grunge, ao fogoso Hip-Hop.

Este novo álbum “Yeah Ghost” vê-os a enveredar por um caminho diferente, mais (será?) Soul. Mas uma aposta que continua a nos dar uns Zero 7 melodiosos.