Mostrar mensagens com a etiqueta David Finch. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta David Finch. Mostrar todas as mensagens

Colecção No Coração das Trevas DC - volume 10: Mal Eterno parte 2

O último volume da Colecção No Coração das Trevas DC, a segunda parte da saga iniciada no anterior, é também dedicado a Lex Luthor. Quem é ele? O vilão? Um herói? Ou algo inteiramente diferente? Ele é o mais improvável dos defensores a erguer-se para salvar a humanidade de uma invasão extra-dimensional e é também a sua única esperança.

O mundo caiu sob o domínio do misterioso e mortal Sindicato do Crime, uma réplica distorcida e maléfica da Liga da Justiça vinda de uma Terra paralela, e os seus maiores heróis estão desaparecidos e não podem lutar contra os invasores... será Luthor a procurar salvar o mundo.

Uma saga de redenção que representa uma etapa inédita na história do mais famoso arqui-inimigo do Super-Homem.






Colecção No Coração das Trevas DC - volume 9: Mal Eterno parte 1

Quando a Liga da Justiça parece ter desaparecido e sido vencida, e o poderoso Sindicato do Crime, de uma Terra paralela, decide conquistar o mundo, Lex Luthor reúne um grupo de supervilões para salvar o planeta de uma ameaça maior que todos eles. Lex Luthor é um dos mais complexos vilões da DC, e neste volume vai mostrar ao mundo uma faceta sua que raramente demonstra: a de anti-herói.

Geoff Johns o argumentista  deste  Universo DC: Mal Eterno, disse que: "O Mal é relativo, ou seja, os vilões são tão complexos quanto qualquer um dos heróis. Cada antagonista do Universo DC tem uma escuridão singular, os seus próprios desejos e motivações. A razão de ser de Mal Eterno é explorar esta escuridão”.

O desenhador canadiano David Finch junta-se a Geoff Johns e juntos dão protagonismo ao lado negro da DC em mais volume da Colecção No Coração das Trevas DC, numa das sagas de comics mais aclamadas e importantes dos últimos anos.






Multiverso DC - o calvário da ressurreição – primeira parte

A BD norte-americana de super-heróis é, desde quase sempre, palco de uma tendência: a do eterno ciclo da morte e ressurreição. Raras são as mortes que perduram. Raros são os conceitos que não voltam a ser revisitados, mesmo que abandonados durante décadas. Faz parte da mitologia, desde que editores e criadores chegaram à conclusão que ou as ideias novas faltavam ou que o desaparecimento de um personagem ou conceito foram produto de fraca inspiração. O recente regresso (de forma assumida) do multiverso da DC é a mais nova iteração deste fenómeno. E ainda bem, porque há muito que deveria ter acontecido. De cada vez que existia uma ameaça do retorno a internet (esse pulso dos desejos dos fãs) brilhava com as muitas trocas de bits e bites de conjeturas e anseios. Os teclados ardiam com a velocidade da escrita. Com Convergence, Multiversity e a Justice League de Geoff Johns o que era suspeita é agora parte do cânone.

Mas qual o caminho percorrido? Como é que se chegou aqui? A pedido de uma família (sim, Nuno, tu), aqui fica uma lista do que acho ser interessante ler para perceber como se regressou a este velho/novo multiverso. Sempre que puder remeto para o Trade Paperback. Não irei falar de Infinite Crisis, Final Crisis, 52, etc., mas apenas do novo universo que existe desde 2011, conhecido por Novo 52. Isto porque parece claro que o plano para esta ressurreição existe desde os primeiros momentos da nova iteração do mundo ficcionado da DC. Esta lista não pretende ser, de forma alguma, exaustiva ou definitiva. Estou aberto a colocar o que concordarmos que falte. Nem que seja porque não li tudo deste Novo 52.

A seguir apresento a primeira parte desta artigo.

(Escusado será dizer que, a partir daqui, existem muitos spoilers.)

Justice League volume 1: Origin TPB (The New 52) – Sim, começa no momento 0. Desde a primeira palavra que a intenção parece óbvia. Neste volume, por Geoff Johns e Jim Lee, dois dos diretores criativos da DC, temos a primeira batalha daquele que é o maior e mais importante ajuntamento de super-seres no universo da editora: a Justice League, Liga da Justiça para nós portugueses. Confrontam, pela primeira vez, Darkseid, o deus negro criado por Jack Kirby e, com ele, são imediatamente introduzidos os Novos Deuses que, nesta nova realidade, parecem ter um papel bastante mais importante que em anteriores. Para além disso, Darkseid visita a Terra na procura da sua filha, personagem da qual só anos mais tarde descobriremos a verdadeira identidade e importância.

Justice League: Trinity War TPB (The New 52) – Geoff Johns é perito em fazer-nos pensar numa coisa mas, na realidade, estar a contar outra. Assim foi com Trinity War. A brincadeira que faz com o conceito de trindade levava-nos a pensar, a início, nos eternos Super-Homem/Batman/Mulher-Maravilha, nas três versões da Liga da Justiça envolvidas e no grupo de três seres cósmicos que parecem estar no centro de vários mistérios – Pandora; Phantom Strange; Question. Contudo, o verdadeiro significado da palavra três está nas últimas páginas (spoiler, spoiler, spoiler): o glorioso regresso das versões maléficas da Liga da Justiça da Terra-3, o Sindicato do Crime. Pela primeira vez, neste Novo 52, é assumida existência de uma outra Terra. A primeira de muitas. Salta para…



Forever Evil e Justice League volume 5: Forever Heroes TPB (The New 52) – Este evento de 2014 introduziu um mundo onde os inimigos da Terra-3 vencem a Liga da Justiça e resta aos vilões do mundo de Novo 52 encontrarem uma forma de os derrotar. Resta a Lex Luthor, provavelmente o maior de todos, a capacidade de procurar a fraqueza que derrubará o Sindicato do Crime. São dois volumes que contam diferentes lados da mesma história. Ficamos a saber que o Sindicato fugiu da sua Terra, destruída por um ser de enorme poder. Nas últimas páginas descobrimos de quem se trata (spoiler, spoiler, spoiler): o Anti-Monitor, um dos mais tenebrosos vilões do universo DC, a causa do mais catastrófico evento da sua História, a Crise nas Terras Infinitas. Mas ele não está sozinho…