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Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

No inDCências de hoje, voltamos aos obscuros New Guardians e a coisas ditas que... bem, não há como comentar. Só lidas! 

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No inDCências de hoje, ambos temos duvidas que este quadradinho do Super seja tão inocente quanto se quer fazer passar.  

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Hoje, é a vez do Batman e da sua capacidade de fraseamento pouco convencional (ou fora de contexto).  

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Para esta semana, regressamos ao Homem de Aço e às suas aventuras amorosas.  

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Hoje, oferece-se um dos mais obscuros personagens da DC, Estraño, parte de uma equipa de super-humanos, os New Guardians, que representavam a nova evolução do ser humano.  

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Hoje visitamos a dupla dinâmica mais famosa do mundo.

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Hoje temos algo completamente diferente. Relacionado com o Homem de Aço, mas bem mais real.

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje voltamos a uma amiga de longa data, Diana, Princesa de Themyscira, conhecida no mundo como a Mulher-Maravilha.

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Hoje visitamos o Espírito da Vingança Divina, O Espectro, na sua identidade civil de Jim Corrigan.

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Hoje viajamos até o futuro distante do século XXX da Legião dos Super-Heróis, quando os valores deste nosso ano de 2019 parecem ter desaparecido. Ou seria retro-desaparecido? Viagens no tempo dão sempre dores de cabeça.

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Hoje exploramos o Super-Homem a relação com o pai biológico, nativo de Krypton, Jor-El.

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Hoje fazemos uma incursão ao mundo de Espada e Magia de Skartaris e ao seu herói Warlord, criação de Mike Grell para a DC.

Shazam! de David F. Sandberg

Os filmes da DC atravessaram um período conturbado. A interpretação de Zack Snyder do Super-Homem e do confronto entre este e o Batman, seguido da mescla de visões deste mesmo realizador e da de Joss Whedon na Liga da Justiça, trouxeram dissabores devido a uma recepção pouco consensual por parte do público e da crítica. Este que vos escreve gosta do Man of Steel e do Batman v Superman, e tem sentimentos mistos em relação à Liga, similares às visões divergentes que regeram o filme. Antes da Liga ainda houve a Mulher-Maravilha de Patty Jenkins e depois tivemos o Aquaman de James Wan. Estes dois tiveram recepções calorosas, que se reflectiram em sucessos de bilheteira. O último, principalmente, significava uma aproximação completamente diferente ao universo dos supers deste editora, mais solarengo e sem vergonha de assumir-se como entretenimento puro. Em suma, descartava a visão mais negra e discutivelmente madura de Snyder, e apostava na luz e no humor mais aproximados à concorrente, a Marvel

E Shazam!? O que é?

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje temos um momento sitcom do Flash, demonstrando as vantagens e agruras da velocidade.

Uma BD aqui, outra BD ali, 31 - Liga da Justiça

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.

Este post foi possível graças ao trabalho da Lost World Comics
(cliquem no nome para irem à página de FB deles e façam as vossas encomendas)

JLA Incarnations números 1 a 7 (2001) de John Ostrander e Val Semeiks (DC Comics)

O Uma BD Aqui, Outra BD ali de hoje é um pouco diferente. Hoje decidi não fazer incursões por BDs recentes, mas antes viajar ao passado (2001-02) e falar-vos de uma mini-série que há anos andava a querer ler. Este JLA Incarnations fez parte de um período áureo do historial da Liga, quando era escrita, no título principal, pelo escocês Grant Morrison. De modo a capitalizar desse sucesso, iam saindo vários títulos paralelos, mini-séries, maxi-séries, one-shots, etc, tudo o que desse para esmifrar a carteira de fãs incautos (sim, eu sou um deles).  No meio dessa barragem de títulos, vários tinham uma qualidade bastante aceitável - recordo-me do DC 2000, por exemplo, um crossover entre a Liga e a Sociedade da Justiça. Este que aqui vos trago tinha-se-me escapado (ou a carteira esmifrado), mas graças aos fabulosos préstimos da loja Lost World Comics, e à sua capacidade de encontrar números antigos dos EUA, pude finalmente o ler. E que delícia de leitura foi esta.


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Hoje, o Filipe optou por demonstrar a lendária super-dickery, que, entretanto, para o bem e para o mal, foi-se.

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Hoje temos o Questão, uma personagem pouco conhecida da DC, criada originalmente por Steve Ditko, o mesmo do Homem-Aranha, para a entretanto assimilada Charlton Comics. Se vos disser que é a base para o Rorschach dos Watchmen, já vos interessa mais. 

Deliciem-se com a matéria de que um verdadeiro herói é feito.

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Hoje envolve o Super-Homem e o desporto que a maior parte do mundo (do qual os EUA não fazem parte) considera ser o maior e melhor de todos.

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Hoje, invertemos para mostrar-vos uma inDCência que revela outros tempos.

Uma BD aqui, outra BD ali, 30 - Doomsday Clock

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.


Doomsday Clock número 9 de Geoff Johns e Gary Frank (DC Comics)

A série que é a continuação dos Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons vai entrar no seu último quarto. Faltam agora três números para o final, e Geoff Johns e Gary Frank começam a resolver os mistérios que têm assolado não só esta série como também o universo de super-heróis da DC desde 2016 (ou 2011, se quisermos ser verdadeiros). É uma tarefa difícil, já que os autores construíram uma gigantesca expectativa e uma malha narrativa complexa. É uma tarefa difícil também para mim, porque fazer uma análise sem spoilers é particularmente complicado. Como não o posso assegurar, aqui fica o aviso: haverá spoilers. Eu não quero lucrar cliques no meu blog à conta do trabalho de outrem. Por isso, façam um favor a vocês mesmos e vão ler o Doomsday Clock nove. Eu espero.