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Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje fazemos uma incursão ao mundo de Espada e Magia de Skartaris e ao seu herói Warlord, criação de Mike Grell para a DC.

Shazam! de David F. Sandberg

Os filmes da DC atravessaram um período conturbado. A interpretação de Zack Snyder do Super-Homem e do confronto entre este e o Batman, seguido da mescla de visões deste mesmo realizador e da de Joss Whedon na Liga da Justiça, trouxeram dissabores devido a uma recepção pouco consensual por parte do público e da crítica. Este que vos escreve gosta do Man of Steel e do Batman v Superman, e tem sentimentos mistos em relação à Liga, similares às visões divergentes que regeram o filme. Antes da Liga ainda houve a Mulher-Maravilha de Patty Jenkins e depois tivemos o Aquaman de James Wan. Estes dois tiveram recepções calorosas, que se reflectiram em sucessos de bilheteira. O último, principalmente, significava uma aproximação completamente diferente ao universo dos supers deste editora, mais solarengo e sem vergonha de assumir-se como entretenimento puro. Em suma, descartava a visão mais negra e discutivelmente madura de Snyder, e apostava na luz e no humor mais aproximados à concorrente, a Marvel

E Shazam!? O que é?

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje temos um momento sitcom do Flash, demonstrando as vantagens e agruras da velocidade.

Uma BD aqui, outra BD ali, 31 - Liga da Justiça

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.

Este post foi possível graças ao trabalho da Lost World Comics
(cliquem no nome para irem à página de FB deles e façam as vossas encomendas)

JLA Incarnations números 1 a 7 (2001) de John Ostrander e Val Semeiks (DC Comics)

O Uma BD Aqui, Outra BD ali de hoje é um pouco diferente. Hoje decidi não fazer incursões por BDs recentes, mas antes viajar ao passado (2001-02) e falar-vos de uma mini-série que há anos andava a querer ler. Este JLA Incarnations fez parte de um período áureo do historial da Liga, quando era escrita, no título principal, pelo escocês Grant Morrison. De modo a capitalizar desse sucesso, iam saindo vários títulos paralelos, mini-séries, maxi-séries, one-shots, etc, tudo o que desse para esmifrar a carteira de fãs incautos (sim, eu sou um deles).  No meio dessa barragem de títulos, vários tinham uma qualidade bastante aceitável - recordo-me do DC 2000, por exemplo, um crossover entre a Liga e a Sociedade da Justiça. Este que aqui vos trago tinha-se-me escapado (ou a carteira esmifrado), mas graças aos fabulosos préstimos da loja Lost World Comics, e à sua capacidade de encontrar números antigos dos EUA, pude finalmente o ler. E que delícia de leitura foi esta.


Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje, o Filipe optou por demonstrar a lendária super-dickery, que, entretanto, para o bem e para o mal, foi-se.

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje temos o Questão, uma personagem pouco conhecida da DC, criada originalmente por Steve Ditko, o mesmo do Homem-Aranha, para a entretanto assimilada Charlton Comics. Se vos disser que é a base para o Rorschach dos Watchmen, já vos interessa mais. 

Deliciem-se com a matéria de que um verdadeiro herói é feito.

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje envolve o Super-Homem e o desporto que a maior parte do mundo (do qual os EUA não fazem parte) considera ser o maior e melhor de todos.

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje, invertemos para mostrar-vos uma inDCência que revela outros tempos.

Uma BD aqui, outra BD ali, 30 - Doomsday Clock

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.


Doomsday Clock número 9 de Geoff Johns e Gary Frank (DC Comics)

A série que é a continuação dos Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons vai entrar no seu último quarto. Faltam agora três números para o final, e Geoff Johns e Gary Frank começam a resolver os mistérios que têm assolado não só esta série como também o universo de super-heróis da DC desde 2016 (ou 2011, se quisermos ser verdadeiros). É uma tarefa difícil, já que os autores construíram uma gigantesca expectativa e uma malha narrativa complexa. É uma tarefa difícil também para mim, porque fazer uma análise sem spoilers é particularmente complicado. Como não o posso assegurar, aqui fica o aviso: haverá spoilers. Eu não quero lucrar cliques no meu blog à conta do trabalho de outrem. Por isso, façam um favor a vocês mesmos e vão ler o Doomsday Clock nove. Eu espero.

Os gostos têm tendência em unir pessoas na amizade. Eu e o Filipe Faria - escritor extraordinaire da saga Crónicas de Allaryia e tradutor incansável - temos uma devoção imortal pelos mundos da DC Comics. Ele é fã incontestável do Super-Homem e eu devoto da igreja da Diana de Themyscira. O Filipe tem uma colecção de momentos curiosos dos 80 anos de publicações desta editora. Todas as Sextas ele vai tentar colocar aqui um. Eu apenas publico e nada mais. 

Hoje o Filipe começa com aquela que merece começar tudo. Meus amigos, a Mulher-Maravilha.

Uma BD aqui, outra BD ali, 28 - Comics favoritos de 2018, parte 2

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.



Também tinha de fazer uma lista dos comics que, mensalmente, número após número, mais me entusiasmam. Estes são aqueles que migram para o topo da pilha que chega todos os meses, religiosamente, da minha loja de BD. 

Não é, nem de longe nem de perto, uma tentativa de dizer que são os melhores. São aqueles que são escolhidos pelo meu gosto e pelas minhas manias e que, ainda assim, destacam-se de todos os restantes dessa pilha. Notem que há muito DC (nesta segunda parte há uma excepção), pela simples razão que é a editora que mais leio neste formato.

Hoje publicamos a segunda e última parte.

Uma BD aqui, outra BD ali, 27 - Comics favoritos de 2018, parte 1

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.



Também tinha de fazer uma lista dos comics que, mensalmente, número após número, mais me entusiasmam. Estes são aqueles que migram para o topo da pilha que chega todos os meses, religiosamente, da minha loja de BD. 

Não é, nem de longe nem de perto, uma tentativa de dizer que são os melhores. São aqueles que são escolhidos pelo meu gosto e pelas minhas manias e que, ainda assim, destacam-se de todos os restantes dessa pilha. Notem que há muito DC (hoje é tudo da DC), pela simples razão que é a editora que mais leio neste formato.

Hoje publicamos a primeira parte.

The Flintstones e Exit Stage Left: The Snaglepuss Chronicles de Mark Russel - DC Comics/Hanna Barbera


Quem dissesse que os Flintstones e um leão-de-montanha cor de rosa seriam duas das melhores BDs lidas este ano teria uma resposta: vai te f***r. Mas os rumores e as sugestões começaram, paulatinamente, a aparecer aqui e acolá, e a curiosidade por produtos pop reinventados através de um prisma adulto foi mais forte. Lá teve de se ler e (vejam bem) quem descrevia estas duas obras como "algo do melhor que já leram em 2018", ou outros hiperbolismos, não estava a exagerar. Tudo por causa do enorme talento do escritor Mark Russel e da coragem da DC Comics em reinventar produtos que pertencem ao catálogo da Hanna Barbera (HB), ambas detidas pela Warner Bros. Aliás, para os mais distraídos, a editora DC tem publicado histórias a solo de muitas das personagens da HB, bem como usado e abusado de crossovers com supers como Super-Homem, Mulher-Maravilha, Batman, Joker, Lex Luthor, etc.

Aquaman de James Wan

Chegou às salas o mais novo filme do universo cinematográfico da DC Comics. Depois de ter-se iniciado com Man of Steel, continuou com o mal-fadado Batman v Superman, seguido de Suicide Squad, Mulher-Maravilha e, finalmente, Justice League. Dizer que o calor da recepção destas incursões foi variante é ser eufemístico. O resultado de bilheteira do último foi de tal forma catastrófico que a produtora decidiu refazer a equipa por detrás destes universos de fantasia e arriscar novas abordagens. Aquaman de James Wan é o primeiro esforço nesse sentido. Se queriam afastar-se o mais possível da linguagem obsessiva, negra e deprimente de Zack Snyder a intenção foi conseguida.

Uma BD aqui, outra BD ali, 26 - Doomsday Clock 8 e Shazam 1

Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.

Doomsday Clock número 8 de Geoff Johns e Gary Frank (DC Comics)


Já passámos a marca do meio e Doomsday Clock continua a ser uma viagem que tem tudo para agradar a fãs - e não só. O número oito avança de forma significativa a narrativa, ao finalmente introduzir, de forma mais clara, um dos mais importantes intervenientes da mesma (não, não vos vou estragar revelando quem é). Depois do anúncio de que o dia 11 de Junho de 2019 será relevante para esta história e para o universo DC como um todo (provavelmente será publicado o número 11 de DClock), teríamos de, obrigatoriamente, ter avanços no enredo. Geoff Johns afasta-se um pouco do mundo dos Watchmen e entra decididamente no da DC, com o aparecimento de várias das suas mais emblemáticas personagens, despoletando um momento importante de consequências inesperadas. O escritor não só usa essas mesmas personagens como as faz interagir com indivíduos do nosso mundo muito real e importantes no panorama político internacional. Desta forma, atira a narrativa para a esfera do relevante e sério, sem perder um átomo do valor de entretenimento. 

Titans, temporada 1, episódios 2 a 4


Já falamos aqui do primeiro episódio da série inaugural do serviço de streaming da DC Comics, Titans, que interpreta, com um tom maduro e negro, a famosa BD criada na década de 80 pelo escritor Marv Wolfman e pelo desenhador George Pérez. À altura, foi um dos maiores sucessos comerciais da DC, competindo e, por vezes, superando o sucesso que eram os X-Men da Marvel. Não deixa de ser, ao mesmo tempo, surpreendente e entusiasmante que a editora escolha estas personagens como porta-estandarte do seu serviço ao estilo Netflix. O primeiro episódio já tinha sido um bom começo, mas estes três seguintes parecem solidificar a série de TV como uma tentativa séria em produzir um programa uns patamares acima do costumeiro produto de super-heróis.

Wonder Woman Earth One vol. 2 de Grant Morrison e Yanick Paquette

Passaram-se dois anos desde a primeira parte da prometida trilogia escrita por Grant Morrison e desenhada por Yanick Paquette protagonizada por Diana, Princesa de Themyscira, a Mulher-Maravilha. Trata-se de uma nova interpretação da conhecida personagem da DC Comics, passada numa realidade paralela à linha normal da editora, com o objectivo de ser acessível ao público em geral, sem descurar uma visão autoral para leitores tendencialmente mais sofisticados. 

Titans temporada 1, episódio 1


No início a década de 80, a DC Comics encontrava-se em sérios apuros. As suas personagens, apesar de conhecidas, estavam a ser trucidadas pela Marvel nas vendas. O que tinha se iniciado cerca de 20 anos antes, atingira o ponto de ruptura em 1978, com o cancelamento de inúmeros títulos - num momento que ficou conhecido como a DC Implosion. Eis que aparecem o escritor Marv Wolfman e o desenhador George Pérez, ambos vindos da Marvel. O segundo já carregava consigo uma aura de excepção e era seu sonho desenhar a Liga da Justiça. Contudo, enquanto essa oportunidade não se apresentava, decidiu juntar-se a Wolfman para recriar um conceito antigo da DC: os Teen Titans (Turma Titã). 

Uma BD aqui, outra BD ali, 25 - Universo DC



Há quem diga que os floppies estão a morrer - panfletos, como lhes chama um amigo; comics, como todos os conhecem. Espero que não porque adoro devorá-los! De vez em quando, escrevo umas breves palavras sobre alguns que gostei.  Não são nem melhor nem pior que outras coisas.

Doomsday Clock número 7 de Geoff Johns e Gary Frank,
Batman Damned número 1 de Brian Azzarello e Lee Bermejo e
Heroes in Crisis número 1  de Tom King e Clay Mann

(com alguns spoilers)

É-me difícil ser imparcial. Desde há mais de 30 anos que a DC Comics e as suas personagens são as minhas favoritas da BD. Nesse tempo, existiram altos e baixos. O final da década de 80, princípios da de 90 e algum do início do século XXI foram anos de muitos prazeres. Depois, estes foram diminuindo gradualmente até atingir o ponto mais baixo, sempre com excepções, por volta de 2016. Mas em meados desse ano, surge o selo DC Rebirth, onde a editora inicia um lento plano de recuperação do lustro que muito de nós sabiam existir. Os três títulos dos quais venho falar são belíssimos exemplos deste renascimento.

Batman: O Príncipe Encantado das Trevas vol. 1 e 2 de Marini (Levoir)


A editora de BD dos EUA, a DC Comics, tem, nos dois últimos anos, mudado a sua visão editorial. Tem procurado diversificar a plataforma de ofertas, apelando a diferentes formatos, a diferentes tipos de púbico e, em última análise, convencendo autores de outras alas a contribuírem com a sua perspectiva para as personagens do catálogo. Para os que a acompanham desde há algum tempo, não é uma posição nova. No rescaldo do terremoto que foi a série Crise nas Terras Infinitas, a DC, no desespero de vendas anémicas, apelou a talento de todo o lado para energizar as suas personagens. Assim, tivemos os Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons, o Batman de Frank Miller, o Animal Man de Grant Morrison, o Super-Homem de John Byrne, a Mulher-Maravilha de George Pérez e, claro, o corolário, o nascimento do selo Vertigo. As décadas de 80 e 90 foram terreno fértil para abordagens diferentes e maduras.